O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), expressou “orgulho” em entregar a Reforma Tributária como seu último ato à frente da Casa, durante a cerimônia de sanção presidencial do projeto nesta quinta-feira (16).
A reforma cria novos impostos, como a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), além do Imposto Seletivo (IS), que incide sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
Apesar da sanção, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo fará vetos para evitar insegurança jurídica, mas sem alterar o mérito da proposta.
A reforma, considerada histórica, foi sancionada pelo presidente Lula, e Pacheco se despede da presidência do Senado, com Davi Alcolumbre (União-AP) sendo cotado como seu sucessor.