O pedido de urgência para que o projeto de lei da anistia aos acusados do 8 de Janeiro tramite sob regime de urgência na Câmara dos Deputados atingiu a marca de 257 assinaturas. Com o apoio da maioria absoluta de parlamentares, a iniciativa reuniu nomes da oposição e da base aliada do governo.
Entre os signatários estão representantes de partidos como o Partido Liberal, União Brasil, Partido Progressistas, Republicanos, entre outros. A proposta de anistia aos envolvidos na depredação às sedes dos Três Poderes é defendida especialmente pelo Partido Liberal, embora nem todos os membros da sigla tenham assinado o requerimento de urgência.
A liderança do Partido Liberal deve protocolar o pedido de urgência, que ainda precisa ser pautado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e referendado pelo Plenário. Mesmo com a maioria de apoio, a decisão de pautar a matéria ainda depende de Motta.
O partido vinha pressionando Motta desde o fim de março para dar andamento ao projeto. Após anunciar a suspensão da obstrução nas sessões, a bancada passou a pressionar os deputados a assinarem o requerimento de urgência como estratégia para garantir apoio.
A expectativa agora é de que o pedido seja protagonizado pela liderança do Partido Liberal e que seja pautado para tramitar sob regime de urgência na Câmara dos Deputados. Ainda assim, a decisão final cabe ao presidente da Casa, que terá o desafio de lidar com as pressões e expectativas em torno do tema.
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| Previdência Social | R$ 1,02 trilhão |
| Transferências para estados, DF e municípios | R$ 555,6 bilhões |
| Pagamento de pessoal | R$ 443,1 bilhões |
| Investimentos (incluindo estatais federais) | R$ 246,9 bilhões |
| Despesas discricionárias | R$ 233,6 bilhões |
| Bolsa Família | R$ 158,6 bilhões |
| BPC | R$ 113,6 bilhões |
| Emendas parlamentares | R$ 59,5 bilhões |
| Seguro Desemprego | R$ 57,1 bilhões |
| Abono Salarial | R$ 30,9 bilhões |
| Minha Casa Minha Vida | R$ 30 bilhões |
| FNDCT | R$ 17,6 bilhões |
| Auxílio Gás | R$ 3,6 bilhões |
| Fundo Partidário | R$ 1,3 bilhão |


Acusado de agredir um militante de extrema-direita, Braga se diz vítima de perseguição política por denunciar o Orçamento secreto.
Sem falar com a imprensa para poupar energia, o parlamentar segue no chão do plenário, acompanhado por assessores. Ele apenas acenou para reportagem da Agência Brasil e disse que “está tudo bem”.
Ele está sem comer desde a noite da terça-feira (8) por não ter conseguido tomar café da manhã antes da sessão do Conselho de Ética em razão da ansiedade causada pela votação.
“Estou há 30 horas e 30 minutos fazendo somente a ingestão de líquidos. Estou no mesmo plenário que votou a minha cassação no dia de ontem. Essa tática radical é fruto de uma decisão política: não serei derrotado por Arthur Lira e pelo Orçamento secreto. Vou às últimas consequências”, disse Glauber, em uma rede social, no início da manhã de hoje (10).
Em nota, a assessoria de imprensa do parlamentar disse que ele está recebendo acompanhamento médico, está com a pressão arterial normal e mantém 91,7 quilos. “Na manhã desta quinta-feira, o parlamentar ingeriu dois copos de isotônico, além de água”, informou a assessoria.
Inicialmente, a deputada federal Luiza Erundina (PSOL-SP), de 90 anos, afirmou que se juntaria ao parlamentar na greve de fome, mas acabou convencida por colegas a desistir da greve e fazer a luta por outros meios.
Glauber Braga, deputado do PSOL-RJ, decidiu iniciar uma greve de fome e passou a dormir no chão da Câmara dos Deputados como forma de protesto contra a possibilidade de cassação de seu mandato. O Conselho de Ética aprovou a perda do mandato após um incidente envolvendo um militante do MBL. Glauber afirmou que utilizará todos os recursos legais e legislativos para contestar a decisão.
O deputado se comprometeu a permanecer no local até que o processo que poderá defini resultado sobre sua cassação seja concluído. Ele ainda pode recorrer para que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) analise o parecer antes de ser levado ao plenário. A situação do deputado é vista como “muito difícil” por líderes do Centrão, que já consideram sua cassação como certa.
Ainda não há confirmação se a libertação de Ksenia Karelina, condenada por traição na Rússia, faz parte de um acordo de troca de prisioneiros entre Washington e Moscou. Um jogador de futebol de 21 anos morreu após um choque com um goleiro durante uma partida no Peru. Cristiano Ronaldo se uniu a um diretor inglês para abrir um estúdio de cinema. Uma operação mira o braço financeiro de facções do Rio de Janeiro e de São Paulo que movimentou cerca de R$ 6 bilhões em um ano e até criou um banco digital.
A situação de Glauber Braga continua gerando repercussão e tensão nos corredores da política brasileira. Fique por dentro das últimas atualizações sobre esse caso e outros acontecimentos importantes no Brasil e no mundo.
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