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Glauber Braga greve de fome
“Glauber Braga Inicia Greve de Fome Dormindo na Câmara”

Glauber Braga, deputado do PSOL-RJ, decidiu iniciar uma greve de fome e passou a dormir no chão da Câmara dos Deputados como forma de protesto contra a possibilidade de cassação de seu mandato. O Conselho de Ética aprovou a perda do mandato após um incidente envolvendo um militante do MBL. Glauber afirmou que utilizará todos os recursos legais e legislativos para contestar a decisão.

O deputado se comprometeu a permanecer no local até que o processo que poderá defini resultado sobre sua cassação seja concluído. Ele ainda pode recorrer para que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) analise o parecer antes de ser levado ao plenário. A situação do deputado é vista como “muito difícil” por líderes do Centrão, que já consideram sua cassação como certa.

Ainda não há confirmação se a libertação de Ksenia Karelina, condenada por traição na Rússia, faz parte de um acordo de troca de prisioneiros entre Washington e Moscou. Um jogador de futebol de 21 anos morreu após um choque com um goleiro durante uma partida no Peru. Cristiano Ronaldo se uniu a um diretor inglês para abrir um estúdio de cinema. Uma operação mira o braço financeiro de facções do Rio de Janeiro e de São Paulo que movimentou cerca de R$ 6 bilhões em um ano e até criou um banco digital.

A situação de Glauber Braga continua gerando repercussão e tensão nos corredores da política brasileira. Fique por dentro das últimas atualizações sobre esse caso e outros acontecimentos importantes no Brasil e no mundo.

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Conselho de Comunicação Social aprova relatório sobre regulamentação dos serviços de streaming
O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional aprovou, na última segunda-feira (7), um relatório que trata da regulamentação dos serviços de vídeo sob demanda (VOD), também conhecidos como plataformas de streaming. O documento, de autoria da conselheira Sonia Santana, propõe a obrigatoriedade de pagamento da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) pelas plataformas e estabelece a exigência de um percentual mínimo de produções nacionais em seus catálogos. A proposta surge após debates em audiências públicas sobre o tema e visa garantir direitos para os produtores de conteúdo e um arcabouço legal mais claro para as plataformas de streaming no Brasil. Santana destacou a urgência de uma regulamentação específica, considerando que as plataformas já estão consolidadas e geram grandes receitas no país. Entre as principais propostas do relatório estão: a imposição de cotas para a produção brasileira, a garantia de direitos autorais e patrimoniais das obras, a revogação da lei que isenta as plataformas de VOD da Condecine, e a consolidação dos projetos em tramitação sobre o setor. Além disso, a conselheira questionou o investimento da Netflix na reforma da Cinemateca Brasileira, com recursos da Lei Rouanet, sugerindo que a regulação do setor seja realizada de forma mais eficiente e com a participação ativa de diversas entidades e órgãos do governo. A proposta agora segue para a análise das próximas etapas legislativas, com o objetivo de garantir um equilíbrio regulatório para as plataformas de streaming no Brasil, que enfrentam desafios como concorrência desigual e baixa presença de conteúdo nacional. *Com informações de Agência Senado e Agência Câmara
Senadores repercutem proposta que extingue reeleição no Executivo
A retirada de pauta da proposta de emenda à Constituição que veda a reeleição nos cargos do Executivo (PEC 12/2022) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) gerou discussão entre os senadores nesta quarta-feira (9). O relator da proposta, senador Marcelo Castro (MDB-PI), decidiu pelo adiamento da votação, o que motivou manifestações de apoio e pedidos de esclarecimento sobre as motivações da medida. Autor da PEC, o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) destacou que o parecer de Castro é “irretocável” e rechaçou a especulação de que a retirada da pauta tenha sido motivada por pressão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. — Durante reunião realizada no Palácio do Planalto no ano passado, o presidente Lula apenas expressou opinião sobre o tema, sem exercer qualquer pressão contra a proposta — garantiu. A PEC propõe o fim da reeleição para os cargos de presidente da República, governador e prefeito a partir de 2030, com o estabelecimento de mandatos de cinco anos. Kajuru lembrou que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reconheceu, em entrevista, que a reeleição foi um erro e que um mandato de cinco anos seria o ideal. O senador também citou o apoio de figuras políticas à proposta, como o ex-presidente José Sarney e o ex-senador Pedro Simon, além de editoriais da imprensa favoráveis.

Aprimoramentos

Presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou que o relator está aprimorando o texto e que a matéria retornará à pauta da CCJ. Otto reforçou que a PEC não prevê ampliação do mandato do atual presidente da República, mas sim a transição para a nova regra eleitoral a partir de 2030. Ele criticou os recorrentes escândalos relacionados à reeleição e apontou que a realização de eleições em curtos intervalos compromete a estabilidade política e a produtividade do Legislativo. — Entre 2024 e 2028 haverá três fundos eleitorais distintos que totalizam R$ 18 bilhões em gastos, o que poderia ser racionalizado com a unificação dos pleitos — ressaltou. O senador Fabiano Contarato (PT-ES) também se manifestou para destacar a importância do debate e a postura equilibrada do relator. Segundo ele, a cada dois anos o país para, e os parlamentares não produzem. — Isso repercute diretamente na população, porque o processo legislativo tem que acompanhar a velocidade dos acontecimentos. Infelizmente, o que temos presenciado é esse movimento letárgico, para não dizer uma inação do Congresso Nacional, e com isso eu também não compactuo — declarou. Fonte: Agência Senado
Comissão aprova projeto que inclui saúde mental nos currículos do ensino fundamental e médio
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto que inclui a saúde mental como tema transversal nos currículos do ensino fundamental e médio. O texto também prevê que as escolas e as universidades incluam em seu calendário letivo uma semana dedicada à saúde mental. O objetivo é difundir informações, produzir esclarecimentos sobre o tema e prevenir comportamentos de risco. A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação. O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Rafael Brito (MDB-AL), ao Projeto de Lei 542/21, do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), e ao Projeto de Lei 3249/21, apensado. O relator fez apenas alterações de redação e técnica legislativa no texto original. “A inclusão do tema da saúde mental nos currículos da educação básica contribuirá em muito para conscientizar as crianças e adolescentes sobre os transtornos mentais, seu impacto na vida pessoal e profissional”, afirmou Rafael Brito. Próximos passos O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado na Câmara dos Deputados e pelo Senado.
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Multas de trânsito financiarão saúde e meio ambiente, aprova CCJ
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (9), de forma definitiva, um projeto de lei que destina parte da arrecadação com multas de trânsito ao financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC). Um texto substitutivo já havia sido aprovado anteriormente na comissão em 18 de dezembro e retornou para votação em turno suplementar nesta quarta. Como a CCJ tem decisão final, o projeto agora poderá seguir diretamente para a Câmara dos Deputados, salvo se houver recurso para análise no Plenário do Senado. O PLS 436/2018 foi originalmente apresentado pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI) e recebeu substitutivo do relator, senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). A nova versão determina que pelo menos 10% da receita das multas será destinada ao Fundo Nacional de Saúde, enquanto no mínimo 5% irão para o FNMC. As leis que regem os dois fundos (Lei 8.080, de 1990, e Lei 12.114, de 2009) também serão ajustadas para incluir essa nova fonte de recursos. Ciro justificou a proposta inicial ao destacar o alto custo do atendimento a vítimas de acidentes de trânsito, com o argumento de que parte desse ônus deve recair sobre os infratores. Mourão ampliou o escopo da medida para contemplar o FNMC, ao ressaltar que os veículos movidos a combustíveis fósseis agravam as mudanças climáticas e, por isso, os motoristas devem ajudar a financiar ações ambientais. Além da destinação de recursos, o texto aprovado traz outras mudanças no Código de Trânsito Brasileiro:
  • torna obrigatória a inspeção anual dos radares de velocidade;
  • estabelece prazo máximo de cinco anos para a conclusão de processos que possam levar à suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
  • exige que as notificações de multas sejam enviadas por correspondência registrada, a fim de garantir o rastreamento do documento.
Fonte: Agência Senado
Motta afirma que Nordeste não será prejudicado com perda de arrecadação e de representatividade
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu o protagonismo cada vez maior do Nordeste no cenário político nacional e afirmou que a região não será prejudicada com perda de arrecadação e de representatividade. Motta participou de reunião do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste (Consórcio Nordeste) para discutir as demandas dos governadores da região. Entre as pautas apresentadas pelos dirigentes estaduais ao presidente da Câmara estão: Isenção do IR Em relação à proposta do governo que concede isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, Motta afirmou que a Câmara vai analisar os impactos da medida e que os parlamentares vão aprimorar o texto. “O Congresso fará modificações, e essas modificações vão melhorar o texto, e eu vejo boa vontade para dirimir os impactos da medida para os governadores e prefeitos’, afirmou Motta. O temor dos governadores é a perda de arrecadação, já que a Constituição determina que o Imposto de Renda que é retido na fonte dos servidores estaduais e municipais fica com os respectivos entes federados. Com a ampliação da faixa isenta, os governos regionais perderão imediatamente boa parte dessa receita. A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, afirmou que o Consórcio do Nordeste é favorável à proposta, mas é preciso ter um cuidado com a arrecadação. “É a medida mais ousada, do ponto de vista de fazer justiça social e tributária mais importante da história contemporânea do Brasil. O que nós colocamos é que temos que ter algum cuidado com o impacto com a arrecadação dos estados”, ponderou a governadora. Representatividade Hugo Motta voltou a afirmar que vai buscar a construção de um acordo com Supremo Tribunal Federal (STF) para evitar a perda da representatividade do Nordeste na Câmara dos deputados. Uma das sugestões é alterar o número de deputados federais dos atuais 513 para 527 parlamentares. O STF decidiu que o número de deputados de cada estado deve ser revisto em razão do Censo de 2022. A Corte fixou prazo até 30 de junho deste ano para que o Congresso Nacional edite lei complementar para revisar a distribuição do número de cadeiras de deputados federais em relação à população de cada estado. “Temos que atuar de forma a evitar que isso aconteça. Alguns estudos precisam ser feitos e não queremos impacto orçamentário, porque dá para cortar alguma despesa para priorizar a representatividade politica”, disse o presidente. PEC da Segurança A vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, também afirmou que é uma oportunidade histórica poder debater o tema da segurança pública, mas ressaltou que é preciso uma condução madura. Ontem, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, apresentou à Câmara a PEC que reorganiza as diretrizes da segurança pública no país. “É um problema que está virando estrutural, não é mais regional, é internacional e que, sozinhos não conseguimos, por mais dinheiro e tecnologia que possamos ter, o sistema atual não tem como responder aos desafios da segurança pública”, afirmou Priscila Krause. Segundo Hugo Motta, os governadores podem contribuir com a proposta enviada pelo governo. “A ideia do governo foi muito bem recebida pelos líderes, a sociedade cobra respostas, temos urgência no tema, e aqui, com os governadores, mora uma parte dessa solução”, disse o presidente. Aviação regional Hugo Motta também afirmou que é preciso enfrentar o tema da falta de voos regionais para o Nordeste. Segundo ele, é um desafio já que o governo, ao longo dos anos tem incentivado o setor, mas as passagens continuam com preços elevados e as rotas têm diminuído. “O setor só apresenta balanços com prejuízos e querendo mais incentivos. Nós precisamos olhar com cuidado para essas iniciativas, mas sabemos dessa necessidade da integração. O Nordeste necessita dessa interligação com os grandes centros. Vemos que está acontecendo a diminuição desses voos, e isso não pode ser mais um entrave no desenvolvimento da nossa região”, ponderou o presidente. Além dos temas acima citados, os governadores também defenderam a votação da PEC 66/23, que trata de dívidas previdenciárias e precatórios dos municípios, e a aprovação das novas regras para concessões que unifica normas sobre concessões, PPPs e fundos de investimento em infraestrutura (PL 7063/17). Fonte: Agência Câmara de Notícias
CCJ do Senado aprova projeto que endurece punições para devedores contumazes
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (9), um projeto que estabelece novas diretrizes para identificar e controlar devedores contumazes — empresas que não pagam impostos de forma intencional e reiterada. Sob a relatoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), a proposta visa endurecer as penalidades e aprimorar a fiscalização de empresas com alto índice de inadimplência tributária. A principal alteração na versão aprovada estabelece critérios mais rigorosos para classificar uma empresa como devedora contumaz, como o não pagamento de tributos por quatro períodos consecutivos ou seis alternados em um ano, ou ainda quando os débitos superam R$ 15 milhões ou 30% do patrimônio da empresa. As sanções incluem desde a suspensão da inscrição no cadastro de contribuintes até medidas mais drásticas, como intervenção, liquidação extrajudicial ou falência. O projeto também prevê a aplicação de novas regras para os setores de petróleo e biocombustíveis, que precisarão comprovar regularidade fiscal para obter ou manter licenças. Além disso, o texto fortalece a fiscalização contínua e cria novos controles, como a aplicação de alíquotas específicas em setores com altos índices de sonegação, como combustíveis, bebidas alcoólicas e cigarros. O projeto agora segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. A medida é uma das 25 prioridades do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e visa combater a sonegação fiscal, considerada uma das grandes fontes de desequilíbrio na concorrência. Fonte: CNN Brasil
Anistia atos de 8/1
“Debate Sobre Anistia Atos de 8/1 no Congresso Nacional”

Hoje, a Câmara dos Deputados se encontra em meio a um intenso debate sobre o projeto de lei da anistia para os envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Esse projeto tem sido uma das pautas bolsonaristas, que pressionam pela aprovação do perdão pelos crimes cometidos durante esses atos na Praça dos Três Poderes, em Brasília, e o cancelamento de multas aplicadas pela Justiça.

Após uma nova manifestação liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, dessa vez na Avenida Paulista, em São Paulo, a pressão para a aprovação do projeto tem aumentado. Entretanto, a tramitação desse texto tem enfrentado diversos obstáculos, incluindo a resistência de parlamentares da oposição e a falta de apoio suficiente para avançar no Congresso.

O projeto principal sobre a anistia perdoaria participantes de crimes políticos ou eleitorais, sendo manifestantes, caminhoneiros, empresários e todos os que tenham participado de manifestações em território nacional no período estipulado. A proposta é polêmica e envolve ações que feriram a Democracia e a ordem pública.

A anistia é uma forma de extinção da punibilidade de um crime, mas existem limites constitucionais para esse perdão. Crimes hediondos, como homicídio, tráfico de crianças, estupro e terrorismo, não podem ser anistiados.

O desdobramento desse projeto e a tentativa de sua aprovação têm gerado controvérsias e divergências, refletindo a polarização política atual no Brasil. Enquanto a oposição defende a iniciativa em prol da “pacificação nacional”, governistas argumentam que atos criminosos não podem passar impunes.

O desfecho desse debate e a decisão sobre a anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro só serão conhecidos após uma deliberação cuidadosa e democrática no Congresso Nacional. A população aguarda atenta enquanto os deputados debatem os rumos desse importante projeto.

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prefeito Sílvio Mendes 2026
Prefeito Sílvio Mendes Apoia Ciro Nogueira para 2026
Durante a entrega de tratores e equipamentos agrícolas a prefeitos de várias cidades do Piauí, o senador Ciro Nogueira (Progressistas) comentou a declaração do prefeito Sílvio Mendes (União Brasil), que anunciou apoio à sua candidatura ao Senado em 2026. Na ocasião, Ciro celebrou o gesto do prefeito e ressaltou a parceria construída entre os dois ao longo de suas trajetórias políticas. “Fico muito feliz, nosso grande líder na capital. Já era esperado, é um homem correto, com coerência, sabe que o ajudei na eleição que ele disputou para o governo. Ele tem o desafio enorme de recuperar a cidade que encontrou destruída e nós temos que agora fortalecer seu trabalho para que ele tenha força”, destacou Ciro. Durante a posse de Zé Neto (MDB) para a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SEMEL), Sílvio assegurou que “será eleitor de Ciro Nogueira”, devido à aliança que fizeram ao longo de suas trajetórias políticas. Ele também afirmou que votará em Ciro em qualquer cargo que ele vá concorrer. “Eu sou eleitor do Ciro Nogueira e ninguém vai me fazer mudar, pelas alianças e por tudo que fizemos. A menos que ele seja candidato a outro cargo, mas qualquer que ele for nós seremos companheiros. Acredito nele pela lealdade que ele teve como senador, pelos compromissos que ele sempre honrou”, garantiu o prefeito. A declaração de apoio de Sílvio Mendes a Ciro Nogueira para as eleições de 2026 reforça a relação de confiança e parceria entre os dois políticos. Essa aliança pode ser um fator relevante nas eleições futuras, consolidando um apoio importante para a candidatura do senador. A confiança mútua e a cooperação política entre Ciro e Sílvio prometem fortalecer o cenário político na capital, impactando diretamente os rumos da gestão e do desenvolvimento da cidade. Saiba mais: www.gp1.com.br
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