Glauber Braga, deputado do PSOL-RJ, decidiu iniciar uma greve de fome e passou a dormir no chão da Câmara dos Deputados como forma de protesto contra a possibilidade de cassação de seu mandato. O Conselho de Ética aprovou a perda do mandato após um incidente envolvendo um militante do MBL. Glauber afirmou que utilizará todos os recursos legais e legislativos para contestar a decisão.
O deputado se comprometeu a permanecer no local até que o processo que poderá defini resultado sobre sua cassação seja concluído. Ele ainda pode recorrer para que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) analise o parecer antes de ser levado ao plenário. A situação do deputado é vista como “muito difícil” por líderes do Centrão, que já consideram sua cassação como certa.
Ainda não há confirmação se a libertação de Ksenia Karelina, condenada por traição na Rússia, faz parte de um acordo de troca de prisioneiros entre Washington e Moscou. Um jogador de futebol de 21 anos morreu após um choque com um goleiro durante uma partida no Peru. Cristiano Ronaldo se uniu a um diretor inglês para abrir um estúdio de cinema. Uma operação mira o braço financeiro de facções do Rio de Janeiro e de São Paulo que movimentou cerca de R$ 6 bilhões em um ano e até criou um banco digital.
A situação de Glauber Braga continua gerando repercussão e tensão nos corredores da política brasileira. Fique por dentro das últimas atualizações sobre esse caso e outros acontecimentos importantes no Brasil e no mundo.
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Hoje, a Câmara dos Deputados se encontra em meio a um intenso debate sobre o projeto de lei da anistia para os envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Esse projeto tem sido uma das pautas bolsonaristas, que pressionam pela aprovação do perdão pelos crimes cometidos durante esses atos na Praça dos Três Poderes, em Brasília, e o cancelamento de multas aplicadas pela Justiça.
Após uma nova manifestação liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, dessa vez na Avenida Paulista, em São Paulo, a pressão para a aprovação do projeto tem aumentado. Entretanto, a tramitação desse texto tem enfrentado diversos obstáculos, incluindo a resistência de parlamentares da oposição e a falta de apoio suficiente para avançar no Congresso.
O projeto principal sobre a anistia perdoaria participantes de crimes políticos ou eleitorais, sendo manifestantes, caminhoneiros, empresários e todos os que tenham participado de manifestações em território nacional no período estipulado. A proposta é polêmica e envolve ações que feriram a Democracia e a ordem pública.
A anistia é uma forma de extinção da punibilidade de um crime, mas existem limites constitucionais para esse perdão. Crimes hediondos, como homicídio, tráfico de crianças, estupro e terrorismo, não podem ser anistiados.
O desdobramento desse projeto e a tentativa de sua aprovação têm gerado controvérsias e divergências, refletindo a polarização política atual no Brasil. Enquanto a oposição defende a iniciativa em prol da “pacificação nacional”, governistas argumentam que atos criminosos não podem passar impunes.
O desfecho desse debate e a decisão sobre a anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro só serão conhecidos após uma deliberação cuidadosa e democrática no Congresso Nacional. A população aguarda atenta enquanto os deputados debatem os rumos desse importante projeto.
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