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Motta: “Não vamos permitir que o projeto da anistia prejudique a agenda econômica”
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que não vai permitir que o projeto da anistia prejudique matérias importantes da agenda econômica, como a proposta que isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil (PL 1087/25). Para Motta, se for levada em consideração uma ordem de prioridade, o projeto do Imposto de Renda tem um apelo muito maior. Além disso, segundo ele, a proposta de anistia divide a Casa. O presidente participou de evento promovido pela CNN Brasil, para debater os desafios do novo cenário econômico mundial e os impactos das decisões econômicas brasileiras. “Em um cenário de crise internacional, não podemos ter uma crise institucional. Temos que ter diálogo. Não vamos misturar essas pautas, vamos usar todo o nosso tempo com responsabilidade”, defendeu o presidente. Responsabilidade com as finanças públicas Motta disse que o Congresso vai trabalhar em consonância com a agenda econômica do governo e ressaltou que o Parlamento foi e continuará sendo uma Casa de responsabilidade com as contas públicas. Segundo o presidente, diante do cenário de incerteza econômica mundial após a posse de Donald Trump, é preciso que as pautas do governo e do Congresso andem juntas. “Isso nos obriga a ser mais eficientes, continuar a agenda de reformas, a integridade do arcabouço, e devemos rever os gastos, porque o país precisa discutir a eficiência da máquina pública”, afirmou Motta. Hugo Motta afirmou que é preciso revisar os gastos públicos, mas ressaltou que qualquer proposta nesse sentido precisa ter um alinhamento com o Executivo. Segundo Motta, a revisão das diversas isenções tributárias tem espaço para ser discutida no Congresso, mas é preciso levar em consideração os impactos que uma proposta desse tipo teria na economia brasileira. Aprovações na Câmara Motta destacou ainda aprovações nos últimos dois meses que têm contribuído para a melhoria da economia no país. Ele citou a proposta de reciprocidade na taxação de produtos importados e o projeto que estimula a exportação para micros e pequenos empreendedores. “Vamos dar total prioridade à agenda econômica. Em cenário de incertezas, quanto mais alinhados, enfrentaremos essa agenda com mais eficiência e menos perda”, destacou. De acordo com o presidente, a análise da medida provisória que autoriza o crédito consignado para os trabalhadores com carteira assinada será iniciada de imediato, com a instalação da comissão mista hoje. Assim que se tornar lei, Motta avalia que será uma medida importante para colocar mais recursos na economia. Segundo ele, já foram colocados mais de R$ 8 bilhões na economia desde a edição da MP. “Quando há essa convergência de agenda, quem ganha é o país”, disse. Fonte: Agência Câmara de Notícias
João Azevêdo destaca o Orçamento Democrático como motor do avanço da Paraíba

O governador da Paraíba, João Azevêdo, reforçou nesta terça-feira (22) a importância do Orçamento Democrático para o desenvolvimento do estado. Em suas declarações, Azevêdo destacou o impacto positivo da iniciativa, que ele classificou como “a maior expressão da democracia participativa do Estado brasileiro”. O Orçamento Democrático é um instrumento que permite à população participar ativamente da definição de prioridades no orçamento estadual.

“Para isso que existe o Orçamento Democrático, esse instrumento que tem feito com que a Paraíba avance numa velocidade tão grande. A ideia é ouvir a população nas suas seis regiões e colocar as verdadeiras necessidades da sociedade no orçamento”, afirmou o governador, ressaltando o sucesso das reuniões que reúnem até 12 mil pessoas.

A partir do dia 8 de maio, o governo dará início a mais um ciclo do Orçamento Democrático, com reuniões em diversas cidades do estado. Azevêdo se mostrou confiante de que este ciclo será ainda mais bem-sucedido que os anteriores, com a participação ativa da população para definir os rumos do Estado.

O Orçamento Democrático é um modelo de gestão pública inovador, onde as decisões sobre o orçamento estadual são tomadas de forma colaborativa, ouvindo as demandas diretas das comunidades. A iniciativa tem sido um marco de transparência e inclusão na administração pública da Paraíba.

Por: Larisse Lopes

Veneziano estaria articulando com Lula para emplacar indicação de bolsonarista no TRE-PB
A escolha do novo juiz membro efetivo do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), na categoria jurista, está gerando intensas articulações nos bastidores de Brasília. A lista tríplice homologada, que inclui os advogados Rodrigo Clemente de Brito Pereira, Luis Fernando Benevides Ceriani e Miguel de Farias Cascudo, foi enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que terá a decisão final sobre o nome a ser indicado. Informações de bastidores indicam que o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) está se movimentando para influenciar a escolha, defendendo a indicação de Rodrigo Clemente, apesar de sua forte ligação com o bolsonarismo. Rodrigo Clemente é filho de Eitel Santiago, subprocurador-geral do Ministério Público Federal (MPF) e ex-candidato a deputado federal pelo PSL (atual PL) em 2018. Eitel, bolsonarista declarado, chegou a usar imagens de Jair Bolsonaro em sua campanha e classificou o golpe de 1964 como “revolução”. Essa vinculação ideológica poderia ser um obstáculo para sua nomeação no governo petista, mas o apoio de Veneziano pode mudar esse cenário. Segundo fontes, Veneziano já influenciou a nomeação dos dois últimos integrantes do TRE-PB e pretende repetir a estratégia. Caso consiga convencer Lula, Rodrigo Clemente pode ser o próximo juiz do tribunal, mesmo com um histórico contrário ao governo federal e proximidade com os Cunha Lima, adversários tradicionais do PT na Paraíba. Enquanto isso, os outros nomes na disputa seguem com menor peso político. Miguel Farias, que tem ligações com o advogado Elson Filho, pode surpreender, enquantoLuis Fernando Benevides não conta com apoio expressivo de grupos políticos. A decisão de Lula será um teste do peso político de Veneziano dentro do governo federal. Resta saber se o presidente levará em conta os laços bolsonaristas de Rodrigo Clemente ou se cederá à articulação do senador paraibano. Fonte: Portal ParaíbaJá
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